Em meio a uma disputa cada vez mais acirrada no setor educacional internacional, novas informações obtidas por nossa equipe revelam um cenário de possíveis conflitos de interesse, difusão de desinformação e práticas antiéticas envolvendo instituições concorrentes da FICS.
O caso, que começou com uma denúncia formal, parece hoje integrar um contexto mais amplo e preocupante de guerra institucional e descredibilização educacional.
A Denúncia e Suas Circunstâncias
Documentos e depoimentos indicam que uma denúncia foi protocolada junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) no Distrito Federal, órgão de natureza não policial.
Até o momento, não há registro público de investigação da Polícia Federal sobre a FICS, o que, segundo juristas, não seria sequer possível, já que a instituição está sob jurisdição paraguaia.
O Papel do Jornal Extra Classe
Parte significativa da controvérsia se alimenta das matérias veiculadas pelo Jornal Extra Classe, veículo de orientação de esquerda progressista
O jornal supracitado é vinculado ao sindicato dos professores do Rio Grande do Sul Sindipro.
O portal, segundo registros, não possui ISSN ativo, o que, conforme analistas, limita a transparência e a responsabilidade editorial da publicação.
As matérias mais críticas à FICS foram assinadas pelo jornalista Marcelo Menna Barreto, que também é mencionado em ocorrência policial registrada pelo professor Radamese Lima de Oliveira, de Caucaia (CE).
O docente afirma ter sido coagido e ameaçado após questionar o teor das matérias publicadas.
As principais críticas dirigidas ao Extra Classe incluem:
1. Falta de direito de resposta,
2. Não cumprimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados),
3. Uso indevido da imagem de professores e alunos em reportagens sem autorização expressa.
Esses elementos têm colocado o jornal sob questionamentos sobre ética jornalística e responsabilidade informacional.
A Dinâmica do Jogo Educacional
A sequência dos fatos sugere uma estratégia coordenada de desestabilização institucional.
O Extra Classe publica matérias negativas e o grupo de instituições concorrentes as compartilham em redes e grupos de alunos;
instala-se o pânico entre estudantes, que migram para outras universidades.
Nesse processo, a FICS teria perdido mais de 1.000 alunos, enquanto o jornal e os concorrentes aparentemente obtêm maior visibilidade e ganhos indiretos.
Fontes internas descrevem o fenômeno como uma “máquina de desinformação retroalimentada”, na qual marketing negativo, sabotagem e espionagem institucional são utilizados como instrumentos de competição.
Ao que se sabe Jane Bocalan prossegue em criar grupos para angariar alunos da FICS.
Conclusão
Diante do exposto, o que se observa é um cenário de guerra fria educacional, em que a desinformação se converte em arma e a confiança dos alunos é usada como escudo ou moeda de troca.
Enquanto instituições se enfrentam nos bastidores, os maiores prejudicados são os estudantes, que, muitas vezes, tomam decisões baseadas em boatos, e não em fatos verificados.
A FICS, por sua vez, afirma manter suas atividades regulares no Paraguai e reforça que não há qualquer investigação formal em território brasileiro.
A instituição diz confiar que a verdade prevalecerá e pede que alunos e parceiros analisem as informações com cautela e espírito crítico, antes de qualquer decisão precipitada.
O Jornal Planeta se mantém firme na busca pela verdade e se prontifica para que todos os envolvidos possam ter seu direito de resposta resguardados.

