Agora Lemann que é o sócio referência das combalidas Americanas, começa a dar pesadelos na indústria de bebidas . A Associação Brasileira da Indústria da Cerveja apontou um rombo de R$ 30 bilhões na Ambev, outra empresa sob o guarda-chuva de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, sócios da 3G Capital. Um tremor na Ambev causaria um terremoto no mercado mundial de cervejas. O diretor-geral da CervBrasil, Paulo Patroni, , afirmou à Veja que os relatórios de fiscalização da Receita Federal apontam “bilhões e bilhões de ilícitos tributários” pelo menos desde 2017.
Os balanços da Ambev, no entanto, não registram o montante. A confusão é tanta que até a empresa de auditoria está sendo investigada. A atuação da auditoria externa responsável por garantir a lisura da demonstração de resultados não passou despercebida, na esteira da “bomba” contábil de R$ 20 bilhões no balanço da Americanas . No caso da varejista, foi a PwC que auditou os últimos balanços da empresa, em substituição à KPMG, que saiu da função em outubro 2019.
A Comissão de Valores Mobiliários e conselhos de classe vão investigar não apenas a empresa PwC mas especificamente os profissionais que atuaram com as contas da Americanas. Parece que J. P. Lemann fez o “L” e sonhou alto demais….

