Confusão envolvendo empresários e influenciadores mobiliza Guarda Municipal em Alphaville

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Confusão em Alphaville

Após José Edson Mendonça da Silva (Dr. José Silva) estar envolvido em uma situação que envolve um carro no valor de 1 milhão quatrocentos e oitenta mil reais a situação se movimentou nos últimos dias.

O mesmo esteve presente com equipe de cinegrafistas na frente juntamente com um suporto segurança que estava armado na frente loja de carros do empresario Harife que é PCD.

Ao que tudo indica José Edson Mendonça da Silva não ficou satisfeito com as ocorrências policiais e nem as matérias que estão sendo publicadas pelo nosso jornal assim como também outros jornais como o Jornal Fatos.

Após a confusão a Folha da Cidade MS Nova Alvorada relatou o acontecimento.

Segundo nossas fontes Edson tem processo por estelionato vigente aberto no ano de 2026.

Edson também teria feito vídeos para descredibilizar o empresário porém, Harife fez vídeos mostrando comprovantes de pagamentos realizados e refutando os vídeos propagados por José Silva.

Resumo dos fatos policiais

Após a confusão generalizada na frente do estabelecimento comercial foi feita uma ocorrência policial registrada no 2º Distrito Policial de Barueri.

Nessa ocorrencia relata um episódio de discussão generalizada envolvendo diversas pessoas e equipe de filmagem na região de Alphaville Industrial, em Barueri (SP).

Segundo o boletim de ocorrência, o caso foi registrado na tarde de 27 de fevereiro de 2026, após a Guarda Civil Municipal ser acionada para atender uma situação de alteração verbal entre várias pessoas em via pública, nas proximidades da Alameda Tocantins, área conhecida pelo intenso movimento comercial.

De acordo com o registro policial, os agentes que atenderam a ocorrência informaram que, ao chegarem ao local, não presenciaram agressões físicas, apenas uma discussão entre os envolvidos. As partes foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos.

Negociação de veículo estaria na origem do conflito

Nos depoimentos prestados à polícia, um dos envolvidos afirmou que a situação teria origem em uma negociação realizada em meados de 2025, envolvendo a compra de um veículo avaliado em cerca de R$ 1,48 milhão.

Segundo o relato registrado no boletim, o pagamento teria sido realizado por transferência bancária, com valores destinados a uma empresa e a uma pessoa física ligada à negociação. Ainda conforme a declaração, o veículo posteriormente teria sido revendido a um terceiro comprador.

O declarante afirmou à polícia que, após o negócio, teriam surgido divergências sobre valores adicionais e documentação do veículo, o que teria gerado desentendimentos entre os envolvidos.

Discussão ocorreu durante gravação de vídeos

Ainda segundo os depoimentos registrados na ocorrência, alguns participantes estavam no local realizando gravações de vídeos para redes sociais quando o grupo se encontrou.

Um dos relatos aponta que a equipe de filmagem teria sido abordada por um grupo de pessoas, iniciando uma discussão verbal. Os envolvidos também afirmaram que houve troca de acusações e ofensas, além de questionamentos sobre publicações feitas na internet relacionadas à negociação do veículo.

Alegações de ameaças e ofensas

Durante os depoimentos, alguns participantes afirmaram ter se sentido ameaçados e constrangidos durante a abordagem. Outros disseram que estavam no local apenas para registrar imagens e que teriam sido impedidos de continuar a gravação.

Também houve relatos de que discussões sobre o caso teriam sido amplificadas nas redes sociais, o que, segundo alguns declarantes, contribuiu para o clima de tensão entre as partes.

Caso registrado como injúria e ameaça

O boletim de ocorrência foi registrado com a natureza de injúria (artigo 140 do Código Penal) e ameaça (artigo 147).

A Polícia Civil informou no registro que a ocorrência foi lavrada para fins de registro, e que as partes foram orientadas sobre o prazo legal para eventual representação criminal, caso desejem dar prosseguimento à investigação.

Até o momento, não há confirmação de abertura de inquérito ou responsabilização formal, e as alegações apresentadas ainda dependem de eventual apuração.

Acesso às filmagens do ocorrido

Nossa equipe teve acesso às filmagens e nelas podem ser constatado o fato de que um homem armado puxou uma arma e isso coagiu as pessoas inclusive Harife que é cadeirante. Essa mesma pessoa estava com José Edson Mendonça da Silva e parecia seguir ordens do mesmo. Sua esposa Ana Paula Postal (Xena da Mansão Maromba) também estava no local e em dado momento pode-se ver ela indo de encontro as pessoas que se sentiram lesadas financeiramente.

 

O Jornal Planeta é acionado por advogados

Vale ressaltar que o jornal foi procurado de maneira informal para que fossem retiradas as matérias que citam o nome de José Edson.

A primeira tentativa se deu em em 19 de dezembro de 2025 por meio de notificação extrajudicial judicial que foi respondida no teor da lei garantindo o direito de resposta para o citado.

A segunda tentativa se deu no dia 24 de fevereiro do presente ano. Também a equipe jurídica do citado recebeu a devida resposta legal garantindo o direito de resposta. Nessa mesma tentativa tentaram pedir para que o nome de José Edson Mendonça da Silva fosse substituído pelas iniciais. Respondemos que de maneira alguma isso seria feito mas que estaria aberta a oportunidade do direito de resposta.

Até o momento não fomos procurados pelo direito de resposta mas sim para pedir para retirada da materia.

Segundo fontes Edson teria oferecido por terceiros vantagens ao Diretor desse jornal que recusou a proposta por entender que existem pessoas que têm valor e outras que tem preço e por isso ele não se vende.