Por: Ângelo R. Fróes
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que existam 70 milhões de pessoas com autismo em todo o mundo, incluindo 2 milhões no Brasil. Segundo o site da Secretaria de Saúde do Paraná, um em cada 88 meninos apresenta características do autismo, que é cinco vezes mais comum em meninos. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno de neurodesenvolvimento que se manifesta por meio de comportamentos repetitivos e dificuldade de interação social, impactando o desenvolvimento da pessoa com TEA.
Segundo informações do portal Canal Autismo, alguns sinais de autismo, ou TEA, podem ser observados já aos um ano e meio, ou até mesmo antes em casos mais severos. É fundamental que o tratamento comece o quanto antes — mesmo que ainda seja apenas uma suspeita clínica, sem diagnóstico confirmado, pois quanto mais cedo as intervenções ocorrerem, maiores serão as chances de melhorar a qualidade de vida da pessoa.
A Lei nº 12.764, que estabeleceu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, foi promulgada em 2012. Segundo a lei, os autistas têm direito a diagnóstico e tratamento precoces, terapias e medicamentos pelo Sistema Único de Saúde; à educação e proteção social; ao trabalho e a serviços que favoreçam a igualdade de oportunidades. Segundo o site Autismo e Realidade, essa lei também estabelece que a pessoa com o transtorno seja reconhecida como pessoa com deficiência para todos os efeitos legais.
Fonte: saúde.pr.gov.br; canalautismo.com.br; planalto.gov.br; autismoerealidade.org.br; autismoemdia.com.br.
Autor: Ângelo Ribeiro Fróes, autista, jornalista e defensor da causa TEA no Brasil

