Desta vez o empresário foi denunciado por ameaça de morte e coação: Higor Miguel Costa é novamente alvo de denúncias

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Após a repercussão na imprensa sobre acusações de estelionato envolvendo mais de R$ 200 mil reais em rombos, o nome de Higor Miguel Costa ressurge no noticiário com novas revelações: agora há um registro policial por ameaça contra ele.
Em materia anterior esta revelado que Higor Miguel Costa foi denunciado por aplicar golpes financeiros, envolvendo transferências via PIX e promessas falsas de investimento, causando prejuízos superiores a R$ 200 mil.
Há indícios de que tenha deixado o Brasil para evitar responsabilização de outras atividades. O caso está sendo investigado por possível estelionato.
Ao que tudo indica Higor Miguel Costa apresenta um perfil consistente de fraudador profissional, manipulador e narcisista destrutivo.

Breve resumo sobre Higor e sua atuação:
Ficha pessoal
Nome completo: Higor Miguel Costa
Idade: 45 anos
Naturalidade: Brasília, DF – Brasil
Residência atual: Paraguai (residente fixo, com documento de identidade emitido em 2018).
Possuiu registro no Conselho de Administração porém seu registro está vencido.

Trajetória e Atuação Profissional
Já atuou como apresentador de programas na televisão paraguaia, com vídeos disponíveis na internet e comentários públicos acusando-o de golpes e estelionatos.
Foi nomeado, por curto período, como delegado de fiscalização, mas foi exonerado em seguida.
Atuou por cerca de 2 anos no Senado, sendo essa a experiência profissional mais concreta registrada.
Criou empresas no Brasil e no exterior (inclusive na Flórida, EUA), mas todas foram encerradas ou abandonadas rapidamente.
Seus registros no Diário Oficial da União são escassos — citado apenas duas vezes, o que indica baixo envolvimento formal com estruturas estatais ou institucionais.
Seus endereços no Brasil são de fácil acesso, porém aparentmente não o reside mais oficialmente no país. Ele possui muitos endereços.

Perfil Financeiro
Nome sujo em serviços de proteção ao crédito (SPC e Serasa) com mais de R$ 15 mil em protestos.
Score de crédito extremamente baixo (menor que o de um CPF comum sem movimentação).
Renda presumida: aproximadamente R$ 6.000,00 mensais.
Já tentou limpar judicialmente o nome via liminar.

Conduta Jurídica e Criminal
Está citado em diversos processos judiciais e possui ocorrencia policial que inclui:
Ameaça
Estelionato
Coação
Terrorismo psicológico
Fraude
Lavagem de dinheiro
Fraudes comerciais e contratuais

Registros de ameaças, coação, uso de mensagens, áudios, fotos com visualização única (WhatsApp) e ocultação deliberada de provas.
Múltiplos indícios de fraude contratual, como:
Confissões de dívida sem contrapartida;
Propostas de “investimentos” fictícios com promessas irreais de retorno;
Venda de bens inexistentes (imóveis, veículos e até ouro);

Atuação Internacional
Reside atualmente no Paraguai, onde também:
Possui documentação de identidade local emitida em 2018.
Reivindica a posse ou controle de marcas e empresas no país, sem sucesso legal até agora.
Manteve atuação com uso de procurações para realizar compras em nome de terceiros de bens que não existem.

Sua atuação para adquirir valores
Utiliza um padrão de manipulação emocional e pressão psicológica:
Se apresenta como alguém poderoso ou com acesso a fundos secretos;
Estimula o medo, a culpa ou a dependência emocional da vítima;
Aplica técnicas de gaslighting (fazendo a vítima duvidar da própria percepção dos fatos);
Isola e ataca a autoestima do alvo para facilitar a manipulação.
Faz inversão de papéis (fazendo vítimas parecerem devedores), intimidação emocional e jurídica, Ocultação por meios digitais e uso internacional de estruturas jurídicas frágeis.

A estratégia padrão envolve:
1. Conquistar confiança com promessas,
2. Receber valores sob falsas justificativas,
3. Não cumprir a entrega,
4. Inverter a culpa,
5. Criar documentos de “confissão de dívida” e fazer a vitima assinar por meio de coacao ou grave ameaca.
6. Tentar processar a vítima judicialmente para forçá-la a se calar.

Impacto na vida de quem sofreu
Endividamento severo;
Perda de crédito bancário;
Danos psicológicos graves;
Dificuldade em obter justiça devido ao deslocamento internacional e à falta de assinatura de contratos formais.

O mesmo foi denunciado por ameaça e por coação para que a vitima assinasse uma confissão de divida que nunca existiu. Além de ameaçar para que o documento fosse assinado as ameaças continuaram para que o assunto fosse silenciado.
A confissão de divida assinada pela coação sequer possuia a razão do contrair da divida.

O Jornal Planeta continuará investigando esse caso e esta a disposição para colher denuncias de depoimentos de outras vitimas que possa surgir.