Com o avanço das terapias não invasivas, a presença de um profissional qualificado se torna o elemento diferenciador entre a simples utilização da máquina e a eficácia na transformação de vidas.
Luciana Cruz de Freitas, da Clínica Novo Amanhecer, distingue-se pela excelência no atendimento pediátrico.
Por Ângelo Ribeiro Fróes
Nos anos recentes, a neurociência progrediu substancialmente na otimização de terapias para distúrbios do neurodesenvolvimento. Uma das inovações mais promissoras is a neuromodulação não invasiva, uma técnica que usa estímulos elétricos ou magnéticos de baixa intensidade para regular a atividade cerebral normal. Entretanto, os especialistas advertem que a eficácia e a segurança deste tratamento não são exclusivamente determinadas por equipamentos de alta tecnologia, mas, fundamentalmente, pela formação técnica e clínica do profissional que o executa.
A neuromodulação foi identificada como uma ferramenta eficaz no auxílio a pacientes neurodivergentes, incluindo aqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e TDAH. A técnica impacta a neuroplasticidade, facilitando a “recalibração” de conexões neurais, o que pode resultar em melhorias na atenção, regulação emocional e funções cognitivas.
O Perigo da Deficiência de Capacitação
Embora a tecnologia seja segura, exige um conhecimento profundo de neuroanatomia e fisiologia. A aplicação realizada por profissionais não qualificados pode comprometer os benefícios e desiludir famílias na busca por soluções terapêuticas.
“O equipamento é apenas um instrumento.” O cálculo clínico, a avaliação individualizada e a compreensão sobre os locais e métodos de estimulação cerebral de cada paciente são cruciais para o êxito do tratamento, conforme especialistas da área. No referido contexto, a formação continuada surge como um pilar ético e prático.
Referência e Humanização: A Obra de Luciana Cruz de Freitas
No contexto de exigência técnica e necessidade de acolhimento, o trabalho de Luciana Cruz de Freitas se destaca. Ela, uma profissional de prestígio na área, consolidou-se como uma referência não apenas por seu domínio técnico em neuromodulação, mas também por sua habilidade em integrar a ciência ao cuidado humanizado.
Como proprietária da Clínica Novo Amanhecer, Luciana implementou uma filosofia de atendimento que vai além do protocolo convencional.A Clínica Novo Amanhecer, especializada em crianças neurodivergentes, afirma que o tratamento infantil demanda uma abordagem diferenciada.
Para Luciana e sua equipe, a formação em neuromodulação envolve a compreensão das particularidades do cérebro infantil em desenvolvimento.
Na Clínica Novo Amanhecer, a tecnologia se harmoniza com a empatia. O ambiente é organizado para garantir a segurança da criança, e os protocolos são desenvolvidos de acordo com a singularidade de cada paciente neurodivergente.
A Nova Perspectiva para o Futuro
O trabalho de Luciana Cruz de Freitas destaca que a saúde mental e neurológica futura é baseada na rigorosidade científica e na empatia humana. Ao alocar recursos financeiros a Clínica Novo Amanhecer, altamente capacitada e voltada para as necessidades específicas de crianças atípicas, proporciona não apenas tratamento clínico, mas também oportunidades tangíveis de desenvolvimento e autonomia.
Para pais e responsáveis, a mensagem é clara: ao buscar terapias avançadas como a neuromodulação, a certificação e a experiência do profissional são tão cruciais quanto a própria tecnologia.
