Tão logo começou a surgir uma camada consistente de políticos e pensadores alinhados ao conservadorismo no cenário mundial, a estrutura do pensamento revolucionário começou a se agitar. Consequentemente, uma brusca reação do globalismo tornou-se inevitável. Afinal, após a vitória de Donald Trump, o mundo parecia se inclinar mais à direita, tanto ideológica quanto geopoliticamente.
Ora, muitos conservadores passaram a acreditar ingenuamente que essa inclinação internacional seria o princípio de uma nova era geopolítica. Por exemplo, viam-se lideranças como Mauricio Macri na Argentina, Trump nos Estados Unidos, Boris Johnson na Inglaterra e a ascensão de Bolsonaro no Brasil. Contudo, a ideia de que o conservadorismo estava vencendo o comunismo, pelo simples fato de grandes países estarem sendo governados por conservadores, foi uma conclusão precipitada.
1. A Força da Estrutura do Pensamento Revolucionário
Quem acreditava em um protagonismo definitivo do conservadorismo no cenário mundial estava redondamente enganado. Afinal, essas pessoas não levavam em conta o gigantesco aparato que constitui a estrutura do pensamento revolucionário.
Essa engrenagem conta com um vasto know-how de produção literária, formação de recursos humanos e infiltração em diversos setores da civilização humana. Além disso, essa rede vem sendo alimentada há pelo menos 200 anos.
2. A Filosofia Moderna e a Reação Globalista
Podemos também salientar que a estrutura da filosofia moderna é quase inteiramente revolucionária. Portanto, bastou que o conservadorismo começasse a crescer ao redor do mundo para que eventos atípicos começassem a acontecer.
Entre esses acontecimentos, destaca-se a pandemia do coronavírus, com proporções jamais vistas no planeta. Essa crise se propagou justamente no momento em que grandes líderes conservadores estavam no poder. Dessa forma, tudo o que aconteceu no cenário geopolítico internacional após 2016 está evidentemente relacionado ao contra-ataque globalista à ascensão do conservadorismo.

